Tudo isto devia ter sido dito pessoalmente, mas não posso fazer nada quanto não demonstras o querer de estar ao pé de mim. Sinto-me aprisionado pelo silêncio que nos envolveu, porque isto é um silêncio forçado que para mim não tem razão de ser. Quanto existe uma grande cumplicidade entre nós porque existe o afastamento? Dizes que não tens tempo mas isso é justificação para estarmos sem nos vermos há mais de 7 meses? Há sempre tempo quando se quer estar com uma pessoa que se gosta, mesmo que seja uma hora, e do pouco das férias que tiveste podias ter dito qualquer coisa, até mesmo um fim-de-semana, um dia da semana. Não percebo como podes dizer que gostas de mim e te afastares tanto de mim. Quando se gosta de alguém está-se com ela (eu ia a Lisboa para estar contigo, tu vinhas ao Porto para estares comigo, e na altura tinhas pouco tempo mas isso acontecia). Eu deixei a partir duma certa altura de dizer que quero estar contigo porque sempre recusavas, não sou de ferro para ouvir sempre um não. Estou sempre presente não abandonei a palavra por não te ver, não abandonei de sonhar contigo por não te ver, não fugi de tocar-te por não te ver, não diz que não queria dançar contigo por não te ver, nunca diz que não te amava por não estar ao pé de ti, nunca diz que não quero viver contigo...Infelizmente é preciso dizer os sentimentos para tu acreditares, não é uma questão de sentires como tu disseste uma vez, como ficou provado quanto há um tempo atrás voltei a dizer que te Amo. Não consegues ver através das palavras que te envio? Não consegues perceber isso através das palavras do blog? Não consegues ver no passado, nos toques, nas danças, na harmonia de viagens? Infelizmente não acreditas no que eu te disse uma vez, quanto sinto em absoluto algo, pronuncio, e é verdadeiro. Deste o princípio desconfias-te de mim, quanto me mandaste a primeira carta e disseste que eu tinha mentido em relação ao número da porta. Porque haveria do ter feito? Volto a não perceber isso. É preciso sempre ser “mau”, contrariar-te para te aproximares de mim? Volto a não perceber isso. Quanto te dizia coisas belas dizias que era exagerado, quanto comecei a dizer-te que não, é que te aproximaste de mim. E quando digo que te Amo e quero ser feliz contigo, tu não acreditas. Isso é normal?
É tão difícil estar ao pé de alguém que te Ama? Como se pode não desejar tanta magia que existe entre nós? Como não podes não tocar em palavras que te deixavam feliz? Como podes não deixar ver-te sorrir à minha beira? Como podes nunca dizer que tens saudades de mim? Como podes não dizer que sentes a minha falta? Como podes deixar o nosso abraço voar para longe? Como podes não dedilhar a nossa forma de brincar? Como podes não acreditar em nós? Será tão profundo sentires a palpitar meu ser e dizê-lo? Porquê deixar os rasgos de beleza tão longe de ti?
Está sempre a sair alguns números, em todas as ocasiões quando acontece uma extracção. Porque será? (10-23-32-35-40-47 /// 1-19-27-28-41-43). Porque chove miudinho quando passo em determinados locais? Há coisas que acontecem porque são verdadeiras, apenas uma questão de querer ver e acreditar. Acreditas? Vês? O “tudo passa” que tu dizes não existe quando se sente ao fundo os sentimentos.
Há coisas que me magoam, e o silêncio é uma delas. Eu sempre exprimo sentimentos, e das tuas palavras só saem pós sem tempero, poucos pigmentos. Não vale a pena exprimir algo mais profundo comigo, não é? E como pode um vulcão como tu não exprimir sentimentos e estar sempre contida? Não dá para perceber isso. Disseste que querias uma amizade comigo, e é isso que hajas que é uma amizade? Algo completamente destemperado. Não fomos feitos um para o outro para termos uma amizade. Somos muito mais que isso. Ou achas que não há magia entre nós para muito mais? Não dá para perceber um não a esta pergunta, quanto te afastas das minhas mãos, do som das nossas peles, do sentir da Alma que nos envolve, do pingar das conchas que desbotam das tempestades...É tão difícil ler-me e perceber que escrevo para mim, que escrevo também pensando em ti? Não me afastei disso, não me afasto disso. Porquê? É fácil perceber porquê, e não tem nada haver com “compreensão ou respeito” como tu disseste, mas sim com o sentir e tocar a Alma. Se aí estremeceres e sentires o arrepio estimulado de evoluir perceberás o que sinto por ti. Estou a falar da ESSÊNCIA. Tens muitas vivências, umas boas, outras más, mas ainda não te apercebeste que quando se tem uma essência na palma das mãos, jamais se interrompe o curso das águas, jamais se faz o rio correr doutra forma, jamais se quer deixar de voar fora desse ninho...
Sinto demasiado tristeza em não ouvir-te, e isso não quer dizer que não fale com mais gente, mas tu para mim és uma pessoa especial, a única mulher que diz que Amo e que assim sinto. Teres mandado uma sms de apoio no dia 15 teria tido muito significado para mim, mas nem isso fizeste. Como de teres passado na minha terra e não me teres dado boleia até lá, sabendo as minhas dificuldades em lá ir....Enfim...Digo o que sinto e isso sempre o faço. Amo-te e continuo a Amar-te pelo que tu és, e o que posso fazer com esse tipo de sentimento? O que posso fazer em desejar-te para além das minhas próprias fronteiras? De querer tanto lutar por nuvens em que se possa saltitar, torcendo e moldando o futuro?...
Vejo o meu olhar no espelho, numa calma sem pousio. Sou sempre da mesma maneira; uma mobília antiga que permanece igual no seu canto. Sou fiel aos meus sonhos, enternecido nos teus braços, na tua leveza...
Quero-te a dedilhar o orvalho
A tocar as chamas do pingar...
Quero que o tempo seja nosso,
Pousado nas nuvens de fogos...
Dançar entre mantos
De mãos ciganas,
A contorcer o frasco
De odores frescos
Para aperfeiçoar a chuva miudinha no colo,
A embalar trovões de pétalas
Ouvir o borbulhar das mãos que acariciam a Alma...
Amo-te...
E o som do sentir espalha-se no dorso do vento, a pernoitar em cada socalco debruçado, a refrescar cada pétala de magia...Uma brisa que encostada rasga pigmentos de cores, diluindo-se no tempo...O encontro da essência, o encontro do trajecto, o encontro de delirar a espuma de fatias trincadas...Abraço-te na Alma...
É tão difícil estar ao pé de alguém que te Ama? Como se pode não desejar tanta magia que existe entre nós? Como não podes não tocar em palavras que te deixavam feliz? Como podes não deixar ver-te sorrir à minha beira? Como podes nunca dizer que tens saudades de mim? Como podes não dizer que sentes a minha falta? Como podes deixar o nosso abraço voar para longe? Como podes não dedilhar a nossa forma de brincar? Como podes não acreditar em nós? Será tão profundo sentires a palpitar meu ser e dizê-lo? Porquê deixar os rasgos de beleza tão longe de ti?
Está sempre a sair alguns números, em todas as ocasiões quando acontece uma extracção. Porque será? (10-23-32-35-40-47 /// 1-19-27-28-41-43). Porque chove miudinho quando passo em determinados locais? Há coisas que acontecem porque são verdadeiras, apenas uma questão de querer ver e acreditar. Acreditas? Vês? O “tudo passa” que tu dizes não existe quando se sente ao fundo os sentimentos.
Há coisas que me magoam, e o silêncio é uma delas. Eu sempre exprimo sentimentos, e das tuas palavras só saem pós sem tempero, poucos pigmentos. Não vale a pena exprimir algo mais profundo comigo, não é? E como pode um vulcão como tu não exprimir sentimentos e estar sempre contida? Não dá para perceber isso. Disseste que querias uma amizade comigo, e é isso que hajas que é uma amizade? Algo completamente destemperado. Não fomos feitos um para o outro para termos uma amizade. Somos muito mais que isso. Ou achas que não há magia entre nós para muito mais? Não dá para perceber um não a esta pergunta, quanto te afastas das minhas mãos, do som das nossas peles, do sentir da Alma que nos envolve, do pingar das conchas que desbotam das tempestades...É tão difícil ler-me e perceber que escrevo para mim, que escrevo também pensando em ti? Não me afastei disso, não me afasto disso. Porquê? É fácil perceber porquê, e não tem nada haver com “compreensão ou respeito” como tu disseste, mas sim com o sentir e tocar a Alma. Se aí estremeceres e sentires o arrepio estimulado de evoluir perceberás o que sinto por ti. Estou a falar da ESSÊNCIA. Tens muitas vivências, umas boas, outras más, mas ainda não te apercebeste que quando se tem uma essência na palma das mãos, jamais se interrompe o curso das águas, jamais se faz o rio correr doutra forma, jamais se quer deixar de voar fora desse ninho...
Sinto demasiado tristeza em não ouvir-te, e isso não quer dizer que não fale com mais gente, mas tu para mim és uma pessoa especial, a única mulher que diz que Amo e que assim sinto. Teres mandado uma sms de apoio no dia 15 teria tido muito significado para mim, mas nem isso fizeste. Como de teres passado na minha terra e não me teres dado boleia até lá, sabendo as minhas dificuldades em lá ir....Enfim...Digo o que sinto e isso sempre o faço. Amo-te e continuo a Amar-te pelo que tu és, e o que posso fazer com esse tipo de sentimento? O que posso fazer em desejar-te para além das minhas próprias fronteiras? De querer tanto lutar por nuvens em que se possa saltitar, torcendo e moldando o futuro?...
Vejo o meu olhar no espelho, numa calma sem pousio. Sou sempre da mesma maneira; uma mobília antiga que permanece igual no seu canto. Sou fiel aos meus sonhos, enternecido nos teus braços, na tua leveza...
Quero-te a dedilhar o orvalho
A tocar as chamas do pingar...
Quero que o tempo seja nosso,
Pousado nas nuvens de fogos...
Dançar entre mantos
De mãos ciganas,
A contorcer o frasco
De odores frescos
Para aperfeiçoar a chuva miudinha no colo,
A embalar trovões de pétalas
Ouvir o borbulhar das mãos que acariciam a Alma...
Amo-te...
E o som do sentir espalha-se no dorso do vento, a pernoitar em cada socalco debruçado, a refrescar cada pétala de magia...Uma brisa que encostada rasga pigmentos de cores, diluindo-se no tempo...O encontro da essência, o encontro do trajecto, o encontro de delirar a espuma de fatias trincadas...Abraço-te na Alma...
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