O que vai mal? Pergunta tão discreta e directa. O dom de responder com um toque esfuma-se na ilusão, e nos dedos afiados. Os perfis de letras atrás de letras compõem a sonata da resposta. Adormeço nela, como a devoro a seguir. Sim continuo a amar o vento, não por obrigação, mas sim por pureza. Se é um mal, então sulco por esse rio. Se não transmito directamente, indirectamente está lá no cantinho dos Pés. Mal estou eu se não escrevo da essência.
Um dia fugirei para lado nenhum porque desse lado nenhum vim eu, riscado ou degolado desse mal sofro. Na ausência pautado de buracos esfomeados, os galhos que aprecem à minha frente vêem a Alma assustadora dum corpo vestido de negro. Não me aceitam, paciência. Vivo desse rio metido num livro, a correr pelas veias do destino, amargo, verdadeiro e sem véus nublados para tapar o que sou. Caminho só na minha inocência, a partilhar correntes de fogo com o ar.
Do fraterno olhar meus olhos não os vê juntos há demasiado tempo. Esse Amor dos pais encontra-se na gruta, onde cada pérola é para ser acariciada. O mal está em que não pode ser levado a um caminho extremo. Porquê? O meu ser é demasiado libertino. Há essências que são chamas que não cessam, minam num florescimento que surpreende. Basta querer olhar para as pedras que moldam a calçada. Se há algo que passa é porque a realidade não se viveu, apenas se esqueceu. Não sou assim, por isso nunca poderei estar bem. Quando os segmentos saem purificado de mim, sofre-se suspenso no incenso, não um sofrer normal, um sofrer divino, um sofrer de Alma. Tenta coisa por dizer e sentir, mas digo e sinto muitos pedaços. É pena que o mal esteja no tempo e....e....O que vai mal?
Abraço
Um dia fugirei para lado nenhum porque desse lado nenhum vim eu, riscado ou degolado desse mal sofro. Na ausência pautado de buracos esfomeados, os galhos que aprecem à minha frente vêem a Alma assustadora dum corpo vestido de negro. Não me aceitam, paciência. Vivo desse rio metido num livro, a correr pelas veias do destino, amargo, verdadeiro e sem véus nublados para tapar o que sou. Caminho só na minha inocência, a partilhar correntes de fogo com o ar.
Do fraterno olhar meus olhos não os vê juntos há demasiado tempo. Esse Amor dos pais encontra-se na gruta, onde cada pérola é para ser acariciada. O mal está em que não pode ser levado a um caminho extremo. Porquê? O meu ser é demasiado libertino. Há essências que são chamas que não cessam, minam num florescimento que surpreende. Basta querer olhar para as pedras que moldam a calçada. Se há algo que passa é porque a realidade não se viveu, apenas se esqueceu. Não sou assim, por isso nunca poderei estar bem. Quando os segmentos saem purificado de mim, sofre-se suspenso no incenso, não um sofrer normal, um sofrer divino, um sofrer de Alma. Tenta coisa por dizer e sentir, mas digo e sinto muitos pedaços. É pena que o mal esteja no tempo e....e....O que vai mal?
Abraço
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